sábado, 12 de novembro de 2011

O amanhacer


Meus pés tocam a areia
Na costa do mar da solidão
Seus olhos negros
Diante do nada enxergo de longe

O amanhecer de um apocalipse
É frio e sombrio
A fumaça que sai da sua boca
Cheira a morte

Seus olhos negros, agora estão mais pertos
Eu me vejo, eu sou, eu era
O que você tem?
O que eu tenho?

O amanhecer de uma salvação
É quente e escaldante
O aroma que sai da sua de ti
Cheira a rosas vermelhas

Me salve desse buraco negro
Me salve da solidão
Me abrace e me escalde
do seu calor

Me perdoe, não me perdoe, me perdoe
É você quem sabe
Mas me leve daqui
Me leve com você.

bY: Vynicios Rafael França

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